Mãe e drogas

04mar09
Outro dia assumi o compromisso de falar sobre como um solo pobre e mau-tratado poderia cuidar de uma boa semente e fazê-la não só germinar como também crescer e frutificar.

Estas coisas são meio complicadas de se explicar num primeiro momento sem que se possa falar antes de outras coisas que possam ajudar vocês a entender.

Assim, falamos na semente, nas outras coisas que irão fazê-la germinar. Falamos de água, do vento e do adubo, lembram? Então, depois destas informações onde vês que o amor e a dedicação passam a ser coisas fundamentais, começo perguntando se vocês acreditam que pais viciados podem ter filhos puros e prontos a frutificar?

O que acontece, então, com esta relação bastante “doida” como vocês dizem? A droga age no corpo da mãe tal qual, por exemplo, o vazamento de uma indústria petrolífera. Vocês já tiveram diversas vezes, diante dos olhos, a notícia, as imagens e os debates sobre os efeitos causados por um “acidente” destes.

Então, vejamos o que vai acontecer se isto ocorrer no organismo humano. Prometo usar uma linguagem que todos vocês possam entender sem estar aqui fazendo tratados médicos para explicar.

Vejam o que acontece na refinaria: o vazamento se dá na área central de processamento do óleo bruto. Com a explosão do principal equipamento o vazamento fica incontrolável pois todos os sistemas ditos de segurança falham. O óleo, fora de controle, sai do prédio principal em volume imaginado apenas pelos engenheiros que projetaram as instalações. As equipes de socorro correm para, inicialmente, parar o vazamento e depois, então, tratar de resolver os demais problemas.

A correria inicial faz com que, desordenados esforços adiem por tempo além do normal ou “seguro” e o óleo continua a vazar.

Junto, corre um pequeno córrego que deságua num braço de um rio que vai desaguar na grande baia. Com o descontrole inicial, o óleo atinge a baia e então o “desastre ecológico” se faz… Toda a vida que se mantinha em perfeita harmonia às voltas daquela unidade industrial agora está coberta de óleo cru.

Estas veias agora correm com o óleo que irá matar, sem chance de sobrevivência, toda aquela vida que levou muito tempo para ali se instalar. Muitos anos levarão até que a própria natureza possa restabelecer a vida que outrora vivia ali.

Imaginem, agora, os estragos que o tóxico pode fazer no organismo da mãe que gera uma nova vida. Ali, naquele útero (que alguns chamam de bolha fluídica) se processa, em perfeita harmonia a ligação entre os dois mundos (material e espiritual). Naqueles momentos de convívio, a mãe vai dando ao feto a alimentação material que aquele corpo precisa para levar adiante o seu processo de germinação. Também, nestes tempos, os encarregados espirituais estão tratando da reencarnação daquele espírito. Já disse o quanto sofre o espírito para poder habitar o feto, tão pequeno naquele momento. Muito é exigido do espírito nesta adequação. E não só ele quanto os companheiros espirituais trabalham a todo o momento nesta etapa de fecundidade, de amor ao semelhante.

E ai? A mãe busca no uso dos tóxicos a “alegria” que julga ser importante para a sua manutenção “viva”. Um cigarrinho, inicialmente vai se transformar em agente para o usa da maconha. Algumas acham que apenas uma “apertadinha” por dia não faz mal. É como se fosse um cigarrinho a mais. No entanto o prejuízo causado ao feto é tão semelhante que ela pensa estar se beneficiando com isto e, no entanto, a tragédia está se instalando não só no seu corpo (independente deste momento mágico da gestação mas também no corpo daquele feto que tem a incumbência de acomodar um espírito que não só esperou algum tempo como se preparou com afinco para isto.

As células do corpo do feto sofrem tal qual a vida que existia no córrego ou no riacho e até na baia que falei quando mostrava o acidente numa unidade de processamento industrial de petróleo. Estes danos às células não serão reparados nesta encarnação prestes a começar. Se ela “vingar” as seqüelas poderão ser tão terríveis que esta mãe irá maldizer o momento de amor que a fez gerar aquele feto. Mas como um momento de amor poderá gerar estas anomalias? Onde está o Deus amigo de todos que permite estas coisas?

Irmãos o momento de amor não se processa apenas quando há carinho físico. O momento de amor é o da aceitação pelo corpo material do corpo fluídico que vem transformado e inicia a ocupação daquele corpo físico. Este é o verdadeiro momento de amor que o ser humano pode experimentar na sua vida. Os laços ficarão marcados durante várias encarnações aconteça o que acontecer estará gravado na memória deste espírito.

E o Deus? Bem, este Deus maravilhoso deu a cada espírito que encarna o direito ao livre arbítrio. E isto acontece sempre e o será por todas as vidas. Cabe-lhe o direito de não interferir naquilo que deixou ao controle de cada um. Certamente, quando do retorno à vida espiritual isto será cobrado no momento da “prestação de contas”. Não pensem, então, que estais abandonados pelo Criador. Ele apenas cumpre a Sua parte quando permite a cada um segundo suas obras. Não esqueceis disto, irmãos, a cada momento de tua caminhada evolutiva.

Mães, pelo amor a Deus, parem de se matar e de matar aqueles que te escolheram para ajudar na sua caminhada evolutiva. Assumam de vez a responsabilidade compromissada com o Criador para esta caminhada. Não O desapontem. Ele confiou em ti, mulher, a responsabilidade de trazer estes espíritos que tanto precisam estar encarnados para evoluir. Não deixe, mulher, que tua missão fracasse. A droga, se fosse boa, não seria chamada de droga. Para com isto enquanto ainda dá tempo. Reflita nos acontecimentos da refinaria. Teu corpo é como o ecossistema à volta da refinaria. Zela por ele com teus mais ferrenhos desejos.

Mensagem psicografada em 02/05/2002 na Casa de Catarina – Rio de Janeiro.


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